quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Espanhol transforma folhas secas em objetos de arte
Nas mãos do artista espanhol Lorenzo Durán, as folhas podem ganhar contornos bem distintos daqueles que herdaram da natureza.
Usando uma técnica oriental, bastante disseminada na China e no Japão, que permite fazer recortes em folhas de papel, Durán resolveu picotar folhas secas de várias árvores da região onde mora, na cidade de Guadalajara, na Espanha.
Com o nome Naturayarte, o projeto de Durán também envolve sua família.
"Há quem use a madeira, escultores que talham as pedras e outros que usam as folhas como meio de expressão artística, coisa que me parece nova e apaixonante", diz.
Antes de picotar as folhas, Durán faz os desenhos em um molde de papel. Ele conta, em seu site, que desenvolveu a técnica sozinho.
Durán diz acreditar, no entanto, que o formato natural das folhas e outros elementos da natureza também têm seu quê de arte.
"Creio que cada objeto da natureza ou um ser vivo tem impresso em sua forma a arte em sua mais pura essência", diz.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br
¨É uma das coisas mais incríveis que eu já vi¨ Eduardo M. Franco
Porto Rico vai exportar carne de iguana para combater reprodução
Exemplar de iguana-verde em zoológico brasileiro. Empresa de Porto Rico vai exportar carne de réptil. (Foto: Caroline Zanchi / Divulgação)
Uma empresa porto-riquenha exportará aos Estados Unidos e outros países do continente americano carne de iguana-verde
(Iguana iguana), iniciativa empresarial que tenta aproveitar a reprodução sem controle deste réptil não autóctone da ilha caribenha.
Umberto Vázquez, um dos sócios da companhia "Best Iguana Puerto Rico Meat", disse nesta semana que a ideia de iniciar a empresa surgiu depois que o Departamento de Recursos Naturais e Ambientais (DRNA) tornou público em julho do ano passado a intenção de promover a venda de carne do réptil
O DRNA, junto a outros departamentos governamentais, estabeleceu como meta em médio prazo reduzir em 80% a população de iguana-verde em Porto Rico, onde o réptil é considerado uma praga que danifica a agricultura local devido à ausência de um predador natural que controle sua expansão.
Vázquez antecipou que sua empresa pagará US$ 0,50 por cada meio quilograma de carne de iguana verde, uma vez que se inicie a atividade da "Best Iguana Puerto Rico Meat" programada para março. "A iguana verde está acabando com a agricultura", destacou o empresário, que assegura que já conta com uma equipe de pessoas dispostas a iniciar a caça de iguanas, frequentes nos parques e jardins de todas as áreas urbanas de Porto Rico.
Negociações
Vázquez disse que sua companhia mantém contatos com potenciais compradores nos EUA, onde garantiu que há boas perspectivas de comercialização dada a boa aceitação da carne desse réptil no país.
O empreendedor frisou que as possibilidades de exportação não terminam nos EUA e que sua empresa procura clientes em outros países do continente como El Salvador, Panamá e Colômbia. "Trata-se de uma carne ótima, um pouco mais doce que a do frango", detalhou Vázquez, lembrando que a pele de iguana verde é usada também para a fabricação de produtos de indústria dos artigos de couro.
Fonte: http://g1.globo.com
¨Nos humanos ainda não entendemos que todas nossas ações causam desequilíbrio na natureza e quando isso ocorre e nos afeta nos tomamos à decisão mais fácil, vamos matar, pois esta sobrando. Bom tem pessoas de mais no mundo nem por isso estamos matando pra diminuir a população e quer destruição maior que esse excesso de pessoas causa? Igual em Fernando de Noronha onde estão capturando as garças e fazendo eutanásia. Temos que parar de causar desequilíbrio, pois naturalmente isso não acontece. ¨ Eduardo M. Franco
Uma empresa porto-riquenha exportará aos Estados Unidos e outros países do continente americano carne de iguana-verde
(Iguana iguana), iniciativa empresarial que tenta aproveitar a reprodução sem controle deste réptil não autóctone da ilha caribenha.
Umberto Vázquez, um dos sócios da companhia "Best Iguana Puerto Rico Meat", disse nesta semana que a ideia de iniciar a empresa surgiu depois que o Departamento de Recursos Naturais e Ambientais (DRNA) tornou público em julho do ano passado a intenção de promover a venda de carne do réptil
O DRNA, junto a outros departamentos governamentais, estabeleceu como meta em médio prazo reduzir em 80% a população de iguana-verde em Porto Rico, onde o réptil é considerado uma praga que danifica a agricultura local devido à ausência de um predador natural que controle sua expansão.
Vázquez antecipou que sua empresa pagará US$ 0,50 por cada meio quilograma de carne de iguana verde, uma vez que se inicie a atividade da "Best Iguana Puerto Rico Meat" programada para março. "A iguana verde está acabando com a agricultura", destacou o empresário, que assegura que já conta com uma equipe de pessoas dispostas a iniciar a caça de iguanas, frequentes nos parques e jardins de todas as áreas urbanas de Porto Rico.
Negociações
Vázquez disse que sua companhia mantém contatos com potenciais compradores nos EUA, onde garantiu que há boas perspectivas de comercialização dada a boa aceitação da carne desse réptil no país.
O empreendedor frisou que as possibilidades de exportação não terminam nos EUA e que sua empresa procura clientes em outros países do continente como El Salvador, Panamá e Colômbia. "Trata-se de uma carne ótima, um pouco mais doce que a do frango", detalhou Vázquez, lembrando que a pele de iguana verde é usada também para a fabricação de produtos de indústria dos artigos de couro.
Fonte: http://g1.globo.com
¨Nos humanos ainda não entendemos que todas nossas ações causam desequilíbrio na natureza e quando isso ocorre e nos afeta nos tomamos à decisão mais fácil, vamos matar, pois esta sobrando. Bom tem pessoas de mais no mundo nem por isso estamos matando pra diminuir a população e quer destruição maior que esse excesso de pessoas causa? Igual em Fernando de Noronha onde estão capturando as garças e fazendo eutanásia. Temos que parar de causar desequilíbrio, pois naturalmente isso não acontece. ¨ Eduardo M. Franco
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