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sábado, 24 de julho de 2010

China tenta conter vazamento de óleo


A China se esforçava, ontem, para manter um vazamento de óleo longe de águas internacionais. O Greenpeace tenta avaliar se o derramamento, o maior já comunicado pelo país, é pior que o divulgado.


O óleo cru começou a surgir no Mar Amarelo depois que um gasoduto explodiu, no final da semana passada. O governo diz não saber quantos litros vazaram, mas afirma que a mancha se espalhou por uma área de 180 quilômetros quadrados.

Segundo o vice-prefeito de Dalian, Dai Yulin, 40 barcos de controle de óleo entrariam em ação na noite de ontem. Uma bactéria que come petróleo também é utilizada na limpeza. "Nossa prioridade é recolher o óleo derramado no prazo de cinco dias para reduzir a possibilidade de contaminação de águas internacionais", disse. Não ficou claro a que distância da Coreia do Norte ocorreu o vazamento.

O Greenpeace China divulgou fotografias do local do incidente, antes de ser forçado a deixar a região. Elas mostram petróleo em praias rochosas e cobrindo um bombeiro que havia mergulhado na tentativa de reparar uma bomba de óleo.


Nos EUA. O governo dos Estados Unidos afirmou ontem que um pequeno vazamento de óleo foi descoberto a cerca de 3 quilômetros do poço que explodiu há três meses no Golfo do México. Há outros dois poços nesse raio de distância do poço da empresa britânica BP, que serão investigados. Há cerca de 27 mil poços abandonados no golfo.




Fotógrafo da vida selvagem mostra predadores em ação


Imagem acima:Camaleão


Imagem acima: peixe-arqueiro


O fotógrafo de vida selvagem canadense Scott Linstead capturou uma série de animais e insetos em ação, mostrando em detalhes cenas praticamente impossíveis de serem vistas a olho nu. Usando fotografia de alta velocidade, em que a foto é tirada em milésimos de segundos, Linstead mostra animais no momento de um bote, batendo asas, e até a polinização de uma flor por uma abelha. É possível se ver o pólen se desprendendo das patas do inseto.


Imagem acima:Abelha


Imagem acima:marsupial petauro-do-açúcar


O canadense de 33 anos começou a fotografar animais como amador em 2004 e desde 2008 trabalha exclusivamente como fotógrafo de vida selvagem. Esta série de imagens foi tirada ao longo de dois anos. Algumas delas em estúdio, outras ao ar livre, com uma câmera de alta velocidade e sem tripé. Para captar o momento crucial, Linstead usou um dispositivo conhecido como Phototrap, um disparador de alta velocidade que interage com o flash e a câmera. Ele atua quando um objeto passa por um espaço demarcado em frente à câmera.


Imagem acima:águia-marinha

"Usando o phototrap consigo fotografar o inimaginavelmente rápido", diz Linstead. "Consigo superar a limitação do tempo de reação humana. É preciso muita paciência para fotografar fenômenos que ocorrem uma vez ao dia, sem horário marcado". O fotógrafo explica que a maioria de suas fotos são iluminadas por flash, por causa da alta velocidade necessária para "congelar" o momento na imagem. Algumas fotos foram montadas em poucas horas, enquanto outras levaram dias.

Linstead conta que a situação mais frustrante é quando falta apenas uma das variáveis essenciais, tendo-se todas as outras em conjunção. Segundo ele isso põe todo o processo a perder. "Isso pode ser tão simples como um curioso que esteja olhando e venha perguntar alguma coisa, assustando o objeto da fotografia. Em parte, foi o que me levou a fotografar em estúdio."


Imagem acima:Sapo



Imagem acima:Coruja

Para ele, a maior recompensa é quando a foto conseguida tem o que chama de impacto universal - quando uma fotografia de vida selvagem consegue uma reação unânime do público, independentemente de onde eles vivem e quem eles sejam.



Imagem acima:Joaninha